sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

quaresma

Retiro da Quaresma

    A Quaresma nos ensina a ter os mesmos sentimentos de Cristo

    O Evangelho afirma claramente a divindade de Jesus mas deixa igualmente clara a Sua humanidade. Jesus experimentou necessidades comuns aos homens. Teve fome, teve sede e sentia necessidade de dormir. Como qualquer homem, Ele teve momentos de angústia, indignação, tristeza e compaixão. Ele passou por conflitos espirituais e sentiu o valor da oração. Foi tentado, mas não pecou!
    Sua santidade impressionava os que O observavam. Sua benevolência e compaixão eram repetidamente demonstradas. Ele manifestouamabilidade, afeição, mansidão, humildade, coragem moral, firmeza, resignação, moderação, sinceridade e abominação à hipocrisia.
    Temos mesmo muito a aprender com Jesus!

    Quaresma: tempo de revisar a vida

    Revisar a vida nada mais é do que olhar nosso interior, nos arrependermos de nossas falhas e mudar o rumo para vivermos mais próximos de Cristo. Viver como verdadeiro filho de Deus.
    Nos 40 dias da Quaresma temos tempo suficiente para refletir, rezar, praticar boas obras. É um tempo propício para o perdão e a reconciliação. Retirar de nosso coração o ódio, o rancor, a inveja... Tempo de ser grato à Cristo por seu sacrifício na cruz e aprender com Ele a tomar nossa cruz com alegria para alcançar a glória da ressurreição!

    Atitudes do pecador arrependido

    Arrependimento é o sentimento de pesar por faltas cometidas e se exprime com uma mudança de idéias, que se manifesta numa mudança de propósitos e de vida.
    O pecador arrependido, se humilha reconhecendo seus erros. Sente vergonha dos atos praticados, confessa o pecado, se afasta do que o faz pecar, vigia em oração e converte seu coração.

    Assumindo uma vida de conversão

    Como resultado da fé, a conversão vem logo após o arrependimento. O convertido assume uma nova vida, vida a serviço de Cristo e dos irmãos.

    A herança de quem se converte

    O convertido recebe de Deus uma bela herança: Deus perdoa seus pecados, dá consolo nas aflições, ouve e responde suas orações e lhe garante vida plena e eterna!

domingo, 1 de fevereiro de 2015


Campanha da Fraternidade 2015


 

 Com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), a  Campanha da Fraternidade (CF) 2015 buscará recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II.
O texto base utilizado para auxiliar nas atividades da CF 2015 já está disponível nas Edições CNBB. O documento reflete a dimensão da vida em sociedade que se baseia na convivência coletiva, com leis e normas de condutas, organizada por critérios e, principalmente, com entidades que “cuidam do bem-estar daqueles que convivem”.
Na apresentação do texto, o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, explica que a Campanha da Fraternidade 2015 convida a refletir, meditar e rezar a relação entre Igreja e sociedade.
“Será uma oportunidade de retomarmos os ensinamentos do Concílio Vaticano II. Ensinamentos que nos levam a ser uma Igreja atuante, participativa, consoladora, misericordiosa, samaritana. Sabemos que todas as pessoas que formam a sociedade são filhos e filhas de Deus. Por isso, os cristãos trabalham para que as estruturas, as normas, a organização da sociedade estejam a serviço de todos”, comenta dom Leonardo.
Proposta do subsídio
O texto base está organizado em quatro partes. No primeiro capítulo são apresentadas reflexões sobre “Histórico das relações Igreja e Sociedade no Brasil”, “A sociedade brasileira atual e seus desafios”, “O serviço da Igreja à sociedade brasileira” e “Igreja – Sociedade: convergência e divergências”.
Na segunda parte é aprofundada a relação Igreja e Sociedade à luz da palavra de Deus,  à luz do magistério da Igreja e à luz da doutrina social.
Já o terceiro capítulo debate uma visão social a partir do serviço, diálogo e cooperação entre Igreja e sociedade, além de refletir sobre “Dignidade humana, bem comum e justiça social” e “O serviço da Igreja à sociedade”. Nesta parte, o texto aponta  sugestões pastorais para a vivência da Campanha da Fraternidade nas dioceses, paróquias e comunidades.
O último capítulo do texto base apresenta os resultados da CF 2014, os projetos atendidos por região, prestação de contas do Fundo Nacional de Solidariedade de 2013 (FNS) e as contribuições enviadas pelas dioceses, além de histórico das últimas Campanhas e temas discutidos nos anos anteriores.